Como se transmite?
Sangue - produtos e seus derivados. Há anos atrás, quando ainda não se conhecia a
doença, foi possível ter-se injectado sangue ou seus derivados, de indivíduos já
portadores de SIDA em indivíduos sãos, transmitindo-lhes assim a doença.
Relações Sexuais - As situações de SIDA inicialmente detectadas verificavam-se,
como mais frequência, entre os homossexuais masculinos. Este grupo, ainda hoje
considerado de grande risco, por ter sido o mais agredido e o mais alertado, foi aquele
que teve mais cedo que conhecer e encarar a doença, tomando as precauções de defesa
convenientes a uma não contaminação. Em compensação, a transmissão por relações
heterossexuais tem aumentado muito nestes últimos anos.
De mãe para filho - A transmissão mais frequente é feita durante o período de gestação, em que o sangue da mãe vai circular no feto, através da placenta. Menos provável, ou menos frequente, é a contaminação durante o parto pelo sangue perdido, ou durante a amamentação. Os recém nascidos têm uma capacidade de resistência muito fraca, ainda não desenvolvida, e durante os primeiros tempos de vida a resistência que têm foi-lhes transmitida pela mãe durante a gestação. Uma mãe infectada tem pouco para oferecer a seu filho. Pouco de bom, claro e porque aquilo que oferece está dependente do estado de evolução da sua doença, nem todos os filhos são atingidos da mesmo maneira.

(Imagem de grávida)
